Porque uma má escolha de voz só se faz notar passado algum tempo?
Uma voz desadequada é como cimento de fraca qualidade nas fundações de uma casa: na fase de construção tudo parece certo, mas com a mudança de estações surgem as primeiras fissuras.
Quando utiliza uma voz num módulo de e-learning, anúncio de televisão ou vídeo institucional, o público desenvolve uma relação gradual com a sua marca. Se com o tempo a voz soar pouco autêntica para o mercado-alvo, a audiência afasta-se em silêncio. Os consumidores francófonos são bastante sensíveis às nuances da entoação regional. Um locutor verdadeiramente nativo protege a consistência da marca, mesmo quando daqui a um ano adicionar novos conteúdos à mesma série de vídeos.
Que diferença faz a região de origem nas vozes francesas?
O francês é língua oficial em vários territórios, mas as nuances entre o mercado de França e o mercado belga francófono são expressivas.
- Francês de França: O Thomas vive em França e tem um timbre jovem, credível e muito natural, perfeito para o público francês.
- Francês da Bélgica: A Julie é uma locutora francesa versátil sediada na Bélgica, com um tom caloroso ideal para o mercado belga francófono.
- Segmentação local: Para um público na Flandres, prefere-se uma voz como a Veerle, da Bélgica, enquanto a Lotte encaixa no mercado neerlandês.
Ponderar os sotaques corretos por região evita ter de regravar todo o áudio daqui a uns meses para um mercado específico.