Mito: Só se paga pelo tempo em que o microfone está ligado
A realidade
Uma gravação pronta com trinta segundos não reflete trinta segundos de esforço. O processo compara-se ao de um marceneiro: não paga só a madeira, paga as horas a cortar, lixar e encerar até tudo encaixar com rigor. Nos bastidores, ocorrem várias tarefas indispensáveis:
- Preparação e estudo prévio do guião para marcar as ênfases certas.
- Gravação em estúdio com isolamento acústico e microfones de gama profissional.
- Edição técnica, limpando manualmente respirações excessivas, cliques e ruídos dispersos.
- Entrega de ficheiros sem imperfeições e no formato de som indicado para a sua edição.
Na nossa plataforma com 93 vozes públicas, esse acabamento profissional vem sempre incluído.
A realidade
Os atores de voz são especialistas e apresentam registos diferentes. Uma voz indicada para um tutorial detalhado pode não ter o dinamismo necessário para uma publicidade enérgica.
Veronique, a nossa locutora belga francófona, é muito requisitada pela sua versatilidade calorosa, suave ou dinâmica. Já Thomas, que vive em França, tem um tom jovem e muito natural para publicidade e conteúdos de televisão. Vale a pena ouvir as amostras por género para confirmar se o tom combina com a meta do seu vídeo.
Mito: As tarifas de vozes internacionais estão fora do alcance
A realidade
Recorrer a talentos estrangeiros não custa uma fortuna. Trabalhamos de forma direta com profissionais nativos de diferentes geografias, sem intermediários externos dispendiosos.
Quer precise de Sebastian para produções em inglês ou alemão, quer prefira Barbara para uma campanha em italiano, os preços mantêm-se simples e transparentes. Tem acesso à melhor qualidade vocal do país de destino, por um valor acordado antes de gravar.
Dica de realização: dê espaço para a voz respirar
Na realização de voz, noto isto com frequência: o cliente quer concentrar demasiadas palavras em poucos segundos para tentar poupar. O locutor vê-se obrigado a acelerar o ritmo e a mensagem perde o impacto.
O meu conselho: deixe o texto respirar. Os silêncios entre as frases valem tanto quanto as palavras faladas, pois dão tempo para o cérebro processar as ideias. Mais vale retirar dez por cento do texto do que sacrificar as pausas naturais da fala.